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Daniela Ricardo vs Zen family – Quem somos e o que é?

Daniela Ricardo é Chef, Professora e Consultora de Alimentação Consciente e Natural, Enfermeira, Terapeuta de Shiatsu e de Massagem de Som Terapêutica. Este projecto nasceu da vontade de partilhar conhecimentos e aventuras, com todos aqueles que desejam tornar o mundo mais sustentável e consciente. É um projecto de consciência alimentar, partindo do principio que tudo é comida, que tudo é uma forma de alimentação de alguns dos nossos quatro corpos: físico, mental, emocional e espiritual.

Neste projecto, os ingredientes são os conhecimentos de Daniela Ricardo e o know-how de Luís Baião, viajante experiente e mentor do projeto de viagens Zen family.

Como casal que são, andam frequentemente pelo mundo a espalhar os seus saberes com viagens, workshops, aulas, palestras, consultas de orientação alimentar, eventos e retiros e a beber de outras culturas, a colher novos saberes, sempre em harmonia com o meio ambiente, tendo em vista uma vida consciente e natural para nós e para o planeta.

Das suas incursões pelo mundo surgiu o primeiro livro da Daniela Ricardo – “Viagens da Comida Saudável”, que transmitem o culminar dessas viagens aliadas à consciência alimentar. É um livro com uma coleção de receitas perfeitas para aqueles que adoram comida saudável, nutritiva e deliciosa, inspirada em sabores dos quatro cantos do mundo.

Mais tarde, publicou uma obra de partilha e de amor, o livro “Cozinhar com Amor” que tem o intuito de despertar mais pessoas para uma alimentação consciente e natural, de uma forma fácil, e mostrar que comer e cozinhar são uma forma de amar. Vários são os convidados deste livro que mostram que é sempre possível  comer de forma saudável.

 

 

O “Sabores do Viajante” é um livro para todos. Para os amantes de viagens, para os amantes de cozinha, para pessoas inexperientes e para chef, que dominam todas as técnicas. Este livro é uma viagem através das partilhas e através dos sabores.

A última obra publicada foi “Cozinha das Emoções”, um livro que mostra a relação íntima entre as nossas emoções, alimentação, comportamentos, corpo e ciclos da vida. Para perceber essa relação é fundamental compreender que somos mais do que um corpo físico: existem cinco emoções básicas e cada uma está ligada a uma qualidade energética — e essa qualidade energética a um órgão. Não é um típico livro de cozinha, embora encontre nele muitas receitas. Não é um livro de auto-ajuda, se bem que compreender as nossas emoções nos ajude a conhecer um pouco de nós próprios. Não é um livro de saúde, mas o seu conteúdo, quando aplicado, tem esse efeito nas nossas vidas.

Já existem mais obras escritas, no caminho de ganharem luz no mundo.

Recentemente,  dando aso á sua veia de enfermeira e cuidadora, embarcou na aventura de estudar o poder terapêutico do som, completando toda a formação no Peter Hess Institute, em Portugal. Este um método pelo qula se apaixonou e que complementa na perfeição as diversas actividades que empreendem.

E como a vida se faz de sonhos, sonhamos não ficar por aqui! Quem sabe quantos mais destinos e aventuras nos esperam!
Sonhem, acreditem, realizem, celebrem… E a magia acontece!

Vivam Conscientes!


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Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

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E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

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Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram  dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. 

Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. 

Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. 

E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! 

Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. 

Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". 

E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. 

Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. 

Até sempre, avozinha! ❤️

E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos.

Dani
Há viagens que nos transformam. Os últimos dias em Marrocos foram dessas viagens que ficam gravadas na alma — mesmo quando a alma está apertadinha, quase partida. Imagina o Deserto dos Sonhos a estender-se infinito, dourado e silencioso, como se o tempo ali tivesse resolvido parar para nos ensinar a respirar. As dunas a mudar de cor ao pôr-do-sol, e nós a partilhar risos, olhares cúmplices e aquele maravilhoso acampamento ao luar. Depois, o Vale do Ziz, um milagre verde entre montanhas ocre. As palmeiras a dançar com o vento, as kasbahs a contar histórias de outras vidas. O Médio Atlas, senhor de neve e cedros, com os macacos a olhar-nos como se fôssemos parte da paisagem. Ifrane, a Suíça marroquina, com aquele ar fresco de pureza, parece um postal, mas é real, bem real. E Fés… um labirinto de cheiros, cores e vozes. As curtições, o bater o cobre, os tintureiros a transformar lã em arco-íris. Cada viela da medina é uma descoberta! Durante tudo isto, trouxe o meu coração navegando noutra corrente. Apertadinho, silencioso. A minha avozinha, aquela que foi a minha segunda mãe, estava no hospital. E enquanto eu caminhava por terras longínquas, ela fazia a sua viagem silenciosa. Na chegada a Fés, chegou a notícia. A avozinha partiu. Ali, chorei com o coração apertado, com a dor da perda, mas grato por ter sido uma hora curtinha para ela. O grupo de viajantes foi incrível, envolveu-me como uma tenda berbere. Não precisei de palavras. Houve um ombro aqui, um chá ali, um olhar que dizia "não estás só". E percebi, no meio da dor, que a minha avozinha me deu a maior de todas as bênçãos: plantou em mim a curiosidade, a coragem de partir, a certeza de que viver é um ato de celebração. É por ela que escrevo. O luto não apaga a magia. Antes a acende. Marrocos deu-nos dunas, vales, cidades medievais e neve em África. O pôr-do-sol sobre o Ziz e nascer sobre o deserto. E deu-me a lição: viajar é honrar quem nos ensinou que a vida é feita de passos. Os meus passos, de olhos postos na paisagem, coração em casa, foram passos de gratidão. Até sempre, avozinha! ❤️ E a todos vós, obrigado por me lembrarem que o deserto dos sonhos só existe porque o partilhamos. Dani
1 dia ago
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❤️❤️ Tenho a sorte de ter duas mães: a que me deu a vida e a que me ajudou a viver cada passo dela com ainda mais cuidado e carinho. 

Minha mãe, minha guerreira, minha referência, o coração mais generoso que conheço, meu abraço seguro e certo.
E minha avó, uma mulher que transbordou sabedoria e cuidado, e que sempre fez do amor uma arte cuidar todos. Hoje é ela que precisa do nosso amor e cuidado. 

Com vocês, aprendi o significado de força, generosidade e presença. Aprendi que o amor de mãe não cabe no peito de uma só pessoa — ele se multiplica, se estende, se eterniza. 

Obrigada por todo colo, por cada reza, por cada sorriso que me colocaram no caminho.
Eu sou o resultado também do vosso amor. E que sorte a minha! 

AMO-VOS! ❤️❤️

Dani ❤️ com @margarida.nunes.7503
❤️❤️ Tenho a sorte de ter duas mães: a que me deu a vida e a que me ajudou a viver cada passo dela com ainda mais cuidado e carinho. Minha mãe, minha guerreira, minha referência, o coração mais generoso que conheço, meu abraço seguro e certo. E minha avó, uma mulher que transbordou sabedoria e cuidado, e que sempre fez do amor uma arte cuidar todos. Hoje é ela que precisa do nosso amor e cuidado. Com vocês, aprendi o significado de força, generosidade e presença. Aprendi que o amor de mãe não cabe no peito de uma só pessoa — ele se multiplica, se estende, se eterniza. Obrigada por todo colo, por cada reza, por cada sorriso que me colocaram no caminho. Eu sou o resultado também do vosso amor. E que sorte a minha! AMO-VOS! ❤️❤️ Dani ❤️ com @margarida.nunes.7503
7 dias ago
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2/6
OUARZAZATE - MERZOUGA - Dia 3 

Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

Daniela Ricardo ❤️ com @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
OUARZAZATE - MERZOUGA - Dia 3 

Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
OUARZAZATE - MERZOUGA - Dia 3 

Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

Daniela Ricardo ❤️ com @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
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Nunca nada é igual. Todas as vivências têm sido inacreditáveis e mágicas. A viagem está repleta de intensidade e magia. É uma aventura que faz os dezoito "Nómadas" libertarem a sua criança interior. 

Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

Obrigado de coração. Novas amizades crescem e o carinho começa a gravar-se em todos nós, porque nas interligações nascem uniões de irmandade para a vida.

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Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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Começar o dia com um filme na cidade do cinema foi único.  Ouarzazate é conhecida como o "Hollywood do deserto", ou melhor "Ouarzawood "– ali rodaram filmes como O Gladiador e Lawrence da Arábia. Os olhitos de todos brilhavam e deu para soltar a nossa criança e brincar muito. Foi simplesmente mágico! 

O dia ainda ia a meio e já estávamos nas gargantas do Dades, num local cheio de glamour para almoçar, relaxar e contemplar o vale do Dades. Estas gargantas são famosas pelas curvas sinuosas e pelas kasbahs de barro que parecem suspensas nas montanhas do Atlas. Continuámos viagem e a aventura de chegar ao deserto do Saara, o nosso Deserto dos Sonhos.
Muita brincadeira, muitas partilhas, muitas reflexões, muitas introspeções – e a viagem continua a pulsar. 

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7 dias ago
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ALTO ATLAS  - AÏT-BEN-HADDOU -  OUARZAZATE - Dia 2 

Atravessar o Alto Atlas e terminar na cidade do cinema era o plano. 

Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

O jantar foi em festa, no nosso riad, onde fizemos o nosso filme entre figuras do cinema.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial @lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
ALTO ATLAS  - AÏT-BEN-HADDOU -  OUARZAZATE - Dia 2 

Atravessar o Alto Atlas e terminar na cidade do cinema era o plano. 

Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

O jantar foi em festa, no nosso riad, onde fizemos o nosso filme entre figuras do cinema.

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

O jantar foi em festa, no nosso riad, onde fizemos o nosso filme entre figuras do cinema.

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

O jantar foi em festa, no nosso riad, onde fizemos o nosso filme entre figuras do cinema.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial @lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
ALTO ATLAS  - AÏT-BEN-HADDOU -  OUARZAZATE - Dia 2 

Atravessar o Alto Atlas e terminar na cidade do cinema era o plano. 

Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

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Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

O dia foi intenso e feliz. Todos já se interligam com muito carinho e alegria. Adoramos observar e sentir como, ao fim de 48 horas, tanto amor já é partilhado. 

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Como gostamos, eu e o Luís Baião, de surpreender e criar magia com a nossa zenfamily, foi o que fizemos. Surpreendemos o grupo levando-o até Aït-Ben-Haddou , Património Mundial da UNESCO desde 1987, mas não sem antes provar uma refeição deliciosa, bem situada e sazonal, num boutique hotel que adoramos, escondido nas aldeias de adobe. O adobe é o tijolo de barro cru seco ao sol, muito usado na arquitetura tradicional marroquina. 
Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

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Obrigado a todos por se entregarem e acreditarem que a vida é mágica. 

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Eu, como chefe de serviço, fiz as escolhas alimentares, como sempre, para sentirmos cada sabor e salivarmos por mais, sem nunca esquecer a cultura gastronómica. 

Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

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Depois, com o nosso amigo Abdou, fomos para Aït-Ben-Haddou, um ponto de passagem na antiga rota das caravanas entre o Sara e Marraquexe. As caravanas transportavam ouro, marfim, sal e escravos. Situa-se numa colina do sopé do Alto Atlas, à beira do rio Unila, afluente do Ouarzazate, que por sua vez é afluente do Drá . O vale do Drá é conhecido pelos seus oásis e palmeirais. A cidade é constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou casbás (kasbahs), chegando cada uma a ter dez metros de altura. 

Ali foram filmados vários filmes famosos, incluindo "Lawrence da Arábia", "A Múmia", "Gladiador", "Alexandre" e "Príncipe da Pérsia", entre muitos outros. 

Ainda tivemos tempo para, numa explanada com vistas incríveis, sentir e mover o corpo com música, respirações e dança com o nosso querido amigo Nuno Pinto, facilitador de Biodanza e mentor do projecto Moviv. 

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1 semana ago
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4/6
MARRAQUEXE – DIA 1 

O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. 

Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
MARRAQUEXE – DIA 1 

O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. 

Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
MARRAQUEXE – DIA 1 

O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. 

Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

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Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

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Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

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Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

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A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

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A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

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Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

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Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

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A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
MARRAQUEXE – DIA 1 

O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. 

Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
MARRAQUEXE – DIA 1 

O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. 

Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. 

Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. 

Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. 

A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. 

Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. 

A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. 

Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar!

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
@lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
MARRAQUEXE – DIA 1 O encanto dependerá sempre do estado da nossa ALMA. Há 30 anos que o Luís percorre o mundo com a missão de mostrar o mundo ao mundo. Uma paixão intensa que pulsa em cada viagem e evento criado. Agora, a energia flui em equilíbrio perfeito – o masculino e o feminino unidos na liderança, pois eu juntei-me a estas viagens com alma. Mais uma aventura pelo Deserto dos Sonhos começou, com 18 viajantes prontos para se maravilharem. Marraquexe despertou os sentidos e conquistou corações. Passamos cultura, gastronomia e o sentir da energia de cada local, entre palácios glamorosos e recantos secretos do souk. A praça Jemaa el Fna é o coração pulsante de Marraquexe, classificada como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, famosa pelos seus encantadores de serpentes, músicos gnawa, contadores de histórias e barracas de comida que ganham vida ao pôr-do-sol. Jantar na praça Jemaa el Fna com amigos marroquinos que servem comida na praça há mais de 30 anos, é uma experiênciaúnica. Dança do ventre, música gnawa num bar glamoroso. onde dançámos muito e brincámos muito, foi pura magia. Terminando a noite de charrete pelas ruas de Marraquexe, guiados pela lua até ao nosso Riad. Pelo caminho, contemplámos o imponente minarete da Mesquita Koutoubia,  construída no século XII, é a maior mesquita de Marraquexe e o seu minarete de 77 metros é um marco visível de quase toda a cidade, servindo de guia para os viajantes e símbolo da arquitectura almóada. A visita ao Museu Dar El Bacha, o antigo palácio do paxá, é um exemplo magnífico da arquitectura mourisca, com os seus jardins e a famosa sala das fontes, onde hoje se realizam exposições de arte e artesanato marroquino; é um espaço que evoca o glamour da Marraquexe dos anos 20. Passaram apenas 24 horas e já há muitas histórias para contar! Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial @lmsbaiao @biodanza_nuno_pinto
1 semana ago
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Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

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- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

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A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

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A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

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- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
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A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

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- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

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A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal 

Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
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Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. 

A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. 

O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. 

A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves 

Tudo preparado com muito amor e verdade. 

- Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  
- Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me"
- Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. 
- Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. 

O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. 

Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . 

Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal.

Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
Sunset Sensorial no Morangal Ontem, no Morangal de Mação, vivemos um daqueles dias que não se explicam – sentem-se. Foi mais um evento com alma criado pela Zen family, um encontro de quarenta almas bonitas que chegaram com o coração aberto e fizeram deste evento algo maior do que imaginámos. A estrela foram os maravilhosos morangos de Mação, da Quintinha do Sarilho - Morangos de Mação, por serem locais, sazonais, sem químicos e crescerem no seu ritmo, no exterior. O evento começou na nossa linda aldeia,  na Casa dos Sonhos que nos acolheu com a sua calma. Após fomos para o Morangal, onde fomos abraçados com o cheiro da terra e dos morangos, e o resto… foi a vida a acontecer. Fluímos até à noite, entre partilhas, passeios, palestras, gargalhadas, silêncio bom, comida boa e, claro está, morangos, numa energia que parecia dançar connosco. A Ementa – Cozinha com Alma, pelas minhas Mãos (Daniela Ricardo) e do João Alves Tudo preparado com muito amor e verdade. - Pesto da Dani, vibrante e fresco, junto com húmus de beterraba e húmus de grão, cremosos e cheios de cor. Servidos com o pão de centeio, de massa mãe  e fermentação lenta, do nosso querido Victor, da Padaria Doce M de Mação.  - Esmagada de batata doce com tofu marinado e assado no forno com vegetais da época. Um prato leve e cheio de sabor, "by me" - Sopa de peixe do rio, preparada pelo João com a simplicidade que só quem conhece a terra sabe fazer. - Risoto de peixe do rio, cremoso, profundo, cheio de alma. O docinho final: um bolo de aniversário feito pela Catarina da Pastelaria Costa, com o seu marido Gil Cabecinhas, na sua arte de pastelaria francesa, com os primeiros mirtilos da época – para me cantarem mais uma vez os parabéns, porque celebrar nunca é demais. Cada sorriso, cada gesto, cada presença fez deste encontro algo único. A todos os presentes: obrigada por trazerem a vossa luz. . Obrigada à Alexandrina, sempre incansável no apoio de tudo no Morangal. Daniela Ricardo ❤️ @zenfamily_oficial
2 semanas ago
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